MILITAR BRASIL WWW.MILITARBRASIL.BLOGSPOT.COM UMA PÁGINA DO LEU LEUTRAIX DE ASSUNTOS MILITARES,PARCEIRO DO BLOG DO LEU LEUTRAIX WWW.LEULEUTRAIX.BLOGSPOT.COM
O General Olympio Mourão Filho não conheceu o Lulla. Mas, aparentemente, era um profeta . . . Vejam o
que ele escreveu no início dos anos 70: " - Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e
vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que
é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em
um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas
de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso ". MOURÃO
FILHO, Olympio. Memórias: A Verdade de um Revolucionário. Porto Alegre, L&PM, 1978. Pág. 16
A F A R Ç A D O A U M E T O D O S M I L I T A R E S
Exmo. Sr. Ministro da Defesa, Nelson Jobim, o motivo desta missiva é assegurar que, no futuro, V. Exa. não possa vangloriar-se de ter enganado facilmente os militares com essa farsa que chama de "reajuste de militares de 35,6 a 137,8", a exemplo do que faz atualmente, quando se vangloria de, por ocasião da Constituinte, ter fraudado a Constituição com a inserção de artigos que lá não deveriam constar. Basta conhecer a formação do salário do militar, e ter tido acesso aos últimos reajustes que tiveram, para se verificar que tal afirmação é falsa, até porque sequer repõe as perdas salariais dos militares sofridas ao longo dos últimos anos, logo, não pode ser chamado de "aumento", muito menos de "reajuste com ganho real" Me faz lembrar o livro de Malba Tahan, "O homem que calculava". Talvez por isso, V. Exa., comprovadamente um excelente articulador, como se orgulha em ser reconhecido, como fraudador de Constituição, tenha querido abraçar a causa de calcular o reajuste, retirando das Forças Armadas a possibilidade de oferecer qualquer proposta, a título de fazer uma nova política de salários que "valorizem a carreira militar". É mais do que sabido por todos os militares que, na pior das hipóteses, mesmos nas piores fases dos últimos governos, antes de Lula, quando não se queria dar aumento aos militares se alegava falta de verbas, mas, religiosamente, sempre saía o famoso "cala-boca", algo em torno de 10% ao ano, ou algo parecido, projetado para dois anos, mas sempre em torno desse percentual por ano. Foi por causa dessa atitude vergonhosa dos governantes para com os militares que seus salários foram progressivamente depauperados, pois nunca se comparavam os "reajustes cala-boca" aos percentuais que as outras Carreiras de Estado estavam recebendo. Hoje, o salário do militar é uma vergonha para o país. E vai continuar a ser uma vergonha, porque V. Exa. ao propor um reajuste tão vergonhoso como o ora divulgado, de má fé ou não, incide nas seguintes situações: 1) Não resolveu o problema salarial dos militares; 2) Sequer resolveu o problema salarial dos soldados, pois ganhar um salário mínimo é direito constitucional de todo o trabalhador que vinha sendo desrespeitado, e pagá-lo é obrigação do Estado que obriga o indivíduo a prestar o serviço militar; 3) Com um jogo de números, V. Exa. prorroga e suspende por dois anos e três meses a discussão do salário dos militares, espertamente fazendo parecer que, pelo menos porr enquanto, a situação estaria resolvida, o que não é verdade, senão vejamos: - O General de Exército, com 40 anos de serviço, somente daqui a 2 anos e três meses é que passará a ganhar R$ 18.000,00(dezoito mil reais), valor que qualquer promotor, juiz, Delegado de Polícia, aos seus 21 a 24 anos de idade ganha mais como salário inicial, estes em torno de R$ 20.000,00, ressalte-se, HOJE; - O Oficial, Tenente, egresso de uma Academia Militar, na qual fica internado no mínimo 4 anos para se formar, irá ganhar, daqui a dois a nos e três meses, apenas 5.500,00 (cinco mil e novecentos reais), menos do que ganha hoje um Policial Rodoviário Federal, cargo de nível médio, e quase a metade do que ganha um Agente de Polícia Federal ou então de um Tenente da Polícia Militar do Distrito Federal, e torno a dizer, HOJE. Ressalte-se que, ao me referir a estas categorias de profissionais e a seus salários, estou me referindo ao que ganham hoje, sendo certo que, a exemplo do que ocorre no Judiciário e no Legislativo com grande constância, em breve esses salários também estarão sendo reajustados, aumentando a sua defasagem em relação aos salários dos militares. Se considerarmos que não temos aumento desde 2006, e que agora só poderemos falar de novo em reajuste para 2011, pois até 2010 já está "tudo dominado" pela sua esperteza, temos um lapso de tempo de cinco anos, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010, nos quais, graças à V. Exa. teremos um reajuste médio de 47%; logo são 47% divididos por cinco anos, o que dá menos de 10% ao ano, que era o nosso 'cala-boca", pelo menos quando tínhamos o aumento negado às claras, e não às custas de fraudes matemáticas. Esse é o objetivo dessa missiva, Sr. Ministro, desmascarar essa farsa matemática, essa fraude contra os interesses da Nação, pois é a ela que os militares servem, e não a governos transitórios. Não tivemos nenhum aumento. Que fique bem claro. O que está se perpetrando é uma CONDENAÇÃO. Sim, uma CONDENAÇÃO, que obrigará os militares a prorrogar por mais dois anos e três meses sua penúria, a rolar dívidas feitas em decorrência de aguardar por anos um reajuste que resolveria sua situação, mas que não veio, e a SUSPENDER, até lá, 2011, qualquer discussão salarial que realmente coloque o militar na real posição que merece, equivalente e proporcional aos relevantes serviços que presta à Pátria
general heleno
PENSAR E REPENSAR
Oliveiros S. Ferreira
http://www.oliveiros.com.br/ie.html
Convém não ter ilusões. Apesar do que se diga em Brasília, a fala do General Heleno no Clube Militar não foi manifestação estritamente pessoal. Que nos círculos governamentais assim se pense e diga à imprensa compreende-se; na realidade, teme-se — e daí se insistir no caráter pessoal da fala do Comandante Militar da Amazônia — que, ao dizer que o Exército serve o Estado e não ao Governo, o General Heleno tenha sido o porta-voz de amplos círculos militares, a começar pelo Alto Comando do Exército, que julgam ter chegado a hora de o Exército (e, por sua voz, as Forças Armadas) recuperarem o papel que a História fez dele com justiça: partícipe das decisões que dizem respeito ao Estado.
O Comandante Militar da Amazônia deixou isso bem claro, quando disse que se oferecia para discutir com todos a política indigenista do Governo Lula, vale dizer, a avidez em demarcar terras e em criar as condições para que mais dia menos dia as “nações” indígenas reclamem sua autodeterminação e a criação de Estados indígenas, parte integrante da República Federativa do Brasil, como os 27 Estados que mandam representantes ao Senado... Isso para não dizer que esses “Estados indígenas” poderão, à maneira de Kosovo, reclamar independência e assento na ONU. Afinal, o Brasil não votou a favor da Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada na ONU contra o voto dos Estados Unidos, da Austrália e da Nova Zelândia, também países com minorias indígenas, que deixaram bem claro que o documento compromete a sua soberania? Para o delegado brasileiro, seguramente seguindo as instruções do Itamarati, a soberania brasileira (seja o que for que este entenda por isso) nunca esteve em risco. O Exército não foi consultado sobre esse voto comprometedor. Aliás, convém também lembrar que, quando o Presidente Collor demarcou a reserva Ianomâmi, o General Heleno, que representava o Exército na comissão encarregada de resolver a questão, foi contra a demarcação de terras continuas, temendo exatamente por arranhões na soberania brasileira.
A fala do General Heleno — e quem pôde ver, na TV Globo, alguns minutos dela, terá observado que ele estava emocionado — tem dois sentidos sobre os quais é preciso atentar, no início do processo de fermentação de uma crise que não é político-militar (embora tenha aí seus aspectos), mas que é militar-institucional, fundamentalmente.
O primeiro sentido é o que salta aos olhos: o Exército teme que a ação governamental conduza, mais dia, menos dia, a que a soberania brasileira seja atingida. O assalto irá verificar-se sob amparo da ONU, docemente constrangida pela ação da miríade de ONGs que insistem em defender os direitos dos povos indígenas, como se brasileiros esses povos não fossem, e dos Governos estrangeiros que reclamam o Direito de Ingerência na Amazônia para salvar a humanidade...
O segundo é mais importante: o Exército reclama efetiva participação na elaboração das políticas que comprometem a soberania. Não se trata apenas de dizer que a função constitucional do Exército é defender as fronteiras. A Constituição não fala em “soberania”, mas o General Heleno sabe (e o Alto Comando do Exército assim pensa) que o que está em jogo, quando se insiste em fazer que terras indígenas sejam contínuas, é uma ação governamental que escancara as portas para que as tribos remanescentes se constituam “nações” e, depois que assim elas sejam reconhecidas, constituam “Estados”. O público em geral pode não ter refletido sobre o que significa o fato de um deputado apresentar projeto de lei concedendo passaporte a índios. O Exército meditou nisso e em outras providências e tirou delas as conseqüências. O conflito em torno da reserva Raposa do Sol apenas deu ao General Heleno, secundado, no Clube Militar, pelo aplauso do General Comandante do Comando Militar do Leste, a oportunidade de dizer o que o Exército pensa.
É preciso completar o raciocínio: não se trata apenas de permitir ao Exército participar da elaboração das políticas; trata-se de fazer que a voz do Exército não seja sufocada, em comissões, pela de tantos civis quantos sejam necessários para dar, às decisões que atingem aquilo que se sabe ser a soberania (para não dizer o bom senso), o “caráter democrático” que o mundo de hoje (?) reclama.
Há um outro sentido nas frases do General Heleno: tomou posição contra a palavra e a voz, para não dizer os atos, da esquerda que — à la Nelson Rodrigues, que fala em “padres de passeata” — chamou de “esquerda escocesa”.
A intervenção do General Heleno na mesa-redonda organizada pelo Clube Militar foi o momento publicamente ostensivo (com perdão da redundância) da retomada de consciência do Exército de que ele serve o Estado e não Governos; e de que, sabedor de sua missão e função moderadora (controladora) das paixões cosmopolitas daqueles que nos governam, quer decidir. Aliás, é importante notar que não houve reação governamental às falas do General Heleno na TV Bandeirantes e na Fiesp, quando externou posições que teriam exigido igualmente, à luz dos critérios do Planalto, a interpelação do chefe de Estado, que apenas se sentiu desagradado com a repercussão (isto sim!) da fala no Clube Militar.
Escrevo antes que se saiba o desfecho desse "combate" — pois é disso que se trata. De um "combate" e não de um “entrevero" particular. É provável que, para manter intacto o “princípio do chefe”, o ministro Jobim decida demitir o General Heleno do Comando da Amazônia. Poderá fazê-lo, seguindo o RDE. Mas não lhe poderá retirar as quatro estrelas, nem proibi-lo de ter assento no Alto Comando, ainda que em função meramente burocrática. Poderá também seguir o exemplo dado pelo Presidente Goulart, que agregou o General Cordeiro da Farias a função nenhuma, mas não pôde retirar-lhe a condição de General da Ativa.
A consciência do velho e sempiterno Exército — o de 1840 e de 1889 — finalmente redespertou para o público pensante. Resta saber o que o Ministro da Defesa, especialista em incluir ou rever artigos de uma Constituição a ser promulgada, fará para salvar a face de seu chefe, e salvar a face da chefe da Casa Civil, que, nos tempos em que os mosqueteiros tinham honra e Luis XIII governava por direito divino, seria confundida com Richelieu.
brasileiros e brasileiras
"... dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja honra, integridade e instituições defenderei com o sacrifício da própria vida".
Essas são as palavras finais do sagrado juramento à Bandeira que todo cidadão brasileiro faz ao ser incorporado às Forças Armadas.
Hoje, vemos a Pátria vilipendiada e seus valores morais sendo destruídos pela omissão e pela degradação moral que permeiam os bastidores do Poder constituído, numa afronta ao cidadão honesto e trabalhador, que já não tem exemplos a mostrar aos filhos, sobre os reais valores que devam ser cultivados.
A verdade histórica vem sendo deturpada por um revanchismo disfarçado e hipócrita, que nenhum benefício traz ao povo brasileiro. Serve apenas para confundi-lo, para desviar a sua atenção dos verdadeiros problemas do País.
As Forças Armadas, desde o governo antecessor, vêm sofrendo uma campanha de desmoralização e vêm sendo progressivamente sucateadas, para que o seu poder de reação seja enfraquecido, numa orquestração eficaz, ditada por interesses que não são os dos nossos cidadãos.
A grande massa do eleitorado, desinformada politicamente e revoltada com o caos social que tomou conta da Nação, foi habilmente trabalhada para optar por "vencer o medo", em proveito da "esperança" de reformas sociais e econômicas e de ações bem mais concretas, como a criação de novos empregos, prometidas durante a campanha de um governo que, até hoje, não se mostrou capaz de cumpri-las.
A propriedade privada, sagrado direito em uma Nação livre e democrática, vem sendo sistematicamente desrespeitada com a explícita omissão do Governo, que não age no sentido de impedir a ação criminosa dos movimentos chamados, tendenciosamente, pelas autoridades constituídas, de sociais, numa demonstração cabal de falta de autoridade ou vontade política.
A violência, rural e urbana, está completamente sem controle, e a população, refém dos criminosos, não tem mais a mínima segurança. A autoridade do Estado é posta à prova a todo o momento, levando aos marginais a sensação de liberdade de ação e de impunidade, numa escalada crescente de audácia e desafio à sociedade. Toques de recolher, fechamento do comércio e de escolas, cerceamento do direito de ir e vir demonstram sistematicamente o nível de poder do crime organizado.
O funcionalismo público está sendo responsabilizado por um déficit da previdência que, sabidamente, foi causado pela corrupção e pela incompetência do governo em gerir verbas públicas.
A impunidade, no nosso País, virou regra geral, e o crime do colarinho branco passou a ser altamente compensador.
Juros absurdos, tributos escorchantes e corrupção generalizada degradam todos os setores da Nação, inviabilizando-a no caminho do desenvolvimento, tão essencial para a geração de empregos, a qualidade de vida e a justiça social.
Pune-se o cidadão honesto em favor do sonegador e do esperto.
Leis são completamente desmoralizadas pela desobediência ostensiva e generalizada, com conhecimento e omissão do Poder Público.
Juízes e funcionários públicos de setores essenciais vêem-se na contingência de paralisarem parcialmente o Estado por meio de greves, porque colocar o Governo contra a parede configura-se como a única maneira de conseguirem que seus direitos sejam respeitados.
Com a criação de instrumentos coercitivos ditatoriais, pretende-se amordaçar a imprensa e a produção audiovisual, incluído aí o cinema.
Desarmam-se os cidadãos de bem, impedindo-os de fazer uso do recurso legal da legítima defesa, mas não se tomam as armas de guerra em poder dos bandidos.
Utilizam-se recursos de banco estatal em favor do partido político no Governo.
Como se os comensais dos palácios estivessem acima do bem e do mal, criam-se obstáculos à verificação da idoneidade de homens que exercem cargos públicos.
Pretende-se acabar com a independência dos Poderes, atribuindo-se a membros do partido-estado a incumbência do controle externo do Poder Judiciário.
Tenciona-se restringir a capacidade investigativa dos parlamentares e proibir a dos procuradores da República.
Estimula-se o culto à personalidade, na tentativa do ressurgimento de um Grande Timoneiro que, às custas do erário, divulga os seus desconhecimentos primários nos quatro cantos do mundo.
Por último, com uma visão tão equivocada que quase invade os limites de grave não-conformidade mental, pretende-se abrandar o cumprimento de penas decorrentes do cometimento de crimes hediondos!
Cidadãos Brasileiros!
Os signatários deste Manifesto, que conta com o apoio de civis patriotas e de parcela expressiva da reserva das Forças Armadas - a ativa é impedida por lei de se manifestar - vêm a, público, denunciar o atual estado em que se encontram a Nação Brasileira e a sua Instituição Militar.
Em um momento da vida nacional em que o povo mais precisa das Forças Armadas para o restabelecimento da ordem e da garantia das Instituições, fiquem certos de que elas não se acovardarão ante o processo de desvalorização dos seus integrantes e da premeditada ação de anulação de sua capacidade de reação e de cumprimento do seu dever, nem face a tentativas de implantação de regimens totalitários, contrários às nossas mais sagradas tradições.
Brasileiros, o quadro é grave.
A honra da Pátria, sua integridade e suas instituições estão definitivamente ameaçadas.
O Brasil pede socorro aos patriotas.
O honroso juramento à Bandeira exige que tomemos uma providência imediata e decisiva para que se restaure, ainda em tempo hábil, não somente a adequada capacidade operacional das nossas Forças Armadas, mas, sobretudo, o respeito às nossas Instituições, à irrestrita liberdade de expressão do pensamento, ao pleno exercício da democracia.
Só assim, teremos a capacidade de manter um Estado soberano e em condições de realizar as mudanças necessárias ao progresso e ao bem estar dos brasileiros.
Não se engane o povo com falsos argumentos de descarte do seu cidadão soldado e com falsas alegações de que não há inimigos nem guerras a serem travadas, pois se, aparentemente, não os vemos é porque ainda resta, nas nossas Instituições Militares, alguma capacidade de dissuasão.
Chegamos à crítica situação em que os profissionais militares têm de custear a saúde dos recrutas com descontos nos seus contracheques e acréscimos nas indenizações de atendimento médico-hospitalar.
Comandantes sem recursos, muitas vezes, tiram dinheiro, do próprio bolso, para evitar, por exemplo, que a sua viatura pare, comprometendo ainda mais a capacidade de sustento da família. Falta comida nos quartéis. Em última instância, até mesmo o recruta está pagando para servir à pátria.
Qualquer Nação tem, como condição para a manutenção da sua estrutura física, legal e social, a qualidade e a capacidade de ação e reação, tanto interna como externa, das suas Forças Armadas.
O processo de desestabilização de um País e o "status" de subserviência a interesses escusos e alienígenas começam, sempre, pelo aviltamento e pelo desmonte das suas Forças Armadas.
É hora de acordar. Em nome da democracia, da lei, da ordem e da manutenção das nossas Instituições, devemos agir e não calar, em atitude de omissão e covardia.
Não temos permissão para nos acomodar. Por juramento, somos obrigados a tomar uma atitude. Chega de chantagens emocionais - "quartelada", "golpe", "patrulhamentos".
Assim como, por vocação, não corremos do risco nem do perigo iminente, também não podemos, por obediência a princípios, ficar de braços cruzados diante da violação destes mesmos princípios por aqueles que também deveriam defendê-los!
Fazemos votos para que aqueles que, em dissonância com a história, ainda pretendem implantar no Brasil um Estado totalitário desistam da idéia, porque não é isso que os brasileiros querem, e, se eles não querem, nós não vamos deixar que isso aconteça.
O que todos querem é muito simples: imprensa livre, repetindo, IMPRENSA LIVRE, livre manifestação do pensamento por quaisquer meios, sem a tutela do Estado, juros e tributos razoáveis, probidade administrativa, independência dos Poderes, liberdade para investigar desvios de conduta, Forças Armadas e serviços públicos aparelhados e com o pessoal motivado, segurança pública e bandidos na cadeia, paz no campo, respeito à propriedade e Congresso soberano.
Por outro lado, se o Governo também vier a pensar como nós, pode convocar-nos para o bom combate, pois estaremos prontos.
Está dado o recado. Em nome do povo estamos prontos para o que for necessário.
BRASIL ACIMA DE TUDO!
leu leutraix
5/05/2008
Assinar:
Postar comentários (Atom)

0 comentários:
Postar um comentário