4/13/2009

Esquadrão Pelicano recebe aeronave SC-105 Amazonas para busca e resgate


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Pousou no Ninho dos Pelicanos, escoltado por aeronaves SC-95B, o mais novo avião de Busca e Salvamento da Força Aérea Brasileira, o SC-105 Amazonas FAB 2810, que se incorpora à frota do 2º/10º GAV, dando início ao processo de substituição dos Bandeirantes SAR.

Numa cena memorável, a nova aeronave sobrevoou os céus de Campo Grande, enquanto o efetivo do Esquadrão Pelicano aguardava ansiosamente pelo seu pouso.
Após estacionar em frente ao hangar, o hino SAR foi tocado magistralmente pela Banda de Música da BACG e entoado, com orgulho, por todos os presentes.

O antigo comandante, Coronel R/R Eronildes, que voou o SA-16 Albatroz, foi convidado para o evento pelo Tenente-Coronel Bruno, atual Comandante. Na oportunidade, disse aos presentes: “Eu que voei o Albatroz há muitos anos, sinto-me honrado pelo convite de estar aqui com vocês, batizando esta moderna aeronave”.

O SC-105 Amazonas conta com elevada autonomia, equipamentos e sistemas de alta tecnologia, itens que permitirão o rápido e seguro deslocamento aos mais diversos rincões de nosso país e a precisão na execução da nobre missão de salvar vidas.



Fonte: 2º/10º GAV

1/13/2009

O ITAMARATY PRECISA MUDAR

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RUBENS BARBOSA


O Plano Estratégico de Defesa Nacional foi finalmente divulgado, depois de superadas importantes divisões internas, sobretudo com o Itamaraty, preocupado com a reação de nossos vizinhos quando fossem tornados públicos os objetivos da projeção externa do poder de nosso país.

Levando em conta a crescente presença internacional do Brasil e das empresas nacionais, as transformações por que atravessa o cenário internacional, e nosso entorno geográfico, além das ameaças criadas por organizações não estatais, como as redes terroristas, o plano não somente é oportuno, como, de certa forma, chega com algum atraso.

Há diversos aspectos desse plano, contudo, que poderiam ser questionados. Um deles é a ambição de diversos objetivos muito acima de nossa capacidade técnica, tecnológica ou financeira. Outro diz respeito à definição de políticas que poderiam não ter sido anunciadas de forma tão explícita.

Vou me concentrar nos principais aspectos relacionados com a política externa. Fica evidente que, a partir de agora, o divórcio entre política externa e defesa tem de ser superado. O Itamaraty não mais pode deixar de incluir as preocupações de Defesa em seu discurso público e privado e, com isso, promover uma importante mudança cultural na chancelaria.

Creio que a transcrição literal do que está inscrito no plano é mais eloqüente do que minha interpretação das intenções do governo. Tem o mérito adicional de registrar os compromissos assumidos.

"Se o Brasil quiser ocupar o lugar que lhe cabe no mundo, precisará estar preparado para defender-se não somente das agressões, mas também das ameaças. Nada substitui o envolvimento do povo brasileiro no debate e na construção da sua própria defesa.

"As preocupações mais agudas de defesa estão no Norte (Amazônia), no Oeste (região de fronteiras) e no Atlântico Sul, sem desconsiderar a necessidade de defender as maiores concentrações demográficas e os maiores centros industriais do país.

"O Brasil tem compromisso - decorrente da Constituição federal e da adesão ao Tratado de Não Proliferação de Armas Nucleares - com o uso estritamente pacífico da energia nuclear. Entretanto, afirma a necessidade estratégica de desenvolver e dominar a tecnologia nuclear. O Brasil zelará por manter abertas as vias de acesso ao desenvolvimento de suas tecnologias de energia nuclear. Não aderirá a acréscimos ao Tratado de Não-Proliferação de Armas Nucleares destinados a ampliar as restrições do Tratado sem que as potências nucleares tenham avançado na premissa central do Tratado: seu próprio desarmamento nuclear.

"A integração da América do Sul não somente contribuirá para a defesa do Brasil, como possibilitará fomentar a cooperação militar regional e a integração das bases industriais de defesa. Afastará a sombra de conflitos dentro da região. O Conselho de Defesa Sul-Americano criará mecanismo consultivo que permitirá prevenir conflitos e fomentar a cooperação militar regional e a integração das bases industriais de defesa, sem que dele participe país alheio à região.

"O Ministério da Defesa e o Ministério das Relações Exteriores promoverão o incremento das atividades destinadas à manutenção da estabilidade regional e à cooperação nas áreas de fronteira do país.

"O Ministério da Defesa, o Ministério das Relações Exteriores e as Forças Armadas buscarão contribuir ativamente para o fortalecimento, a expansão e a consolidação da integração regional, com ênfase na pesquisa e no desenvolvimento de projetos comuns de produtos de defesa.

"A Estratégia Militar de Defesa deverá contemplar o emprego das Forças Armadas considerando, entre outros, os seguintes aspectos: a ameaça de penetração nas fronteiras terrestres ou abordagem nas águas jurisdicionais brasileiras; a ameaça de forças militares muito superiores na região amazônica; as providências internas ligadas à defesa nacional decorrentes de guerra em outra região do mundo, ultrapassando os limites de uma guerra regional controlada; a participação do Brasil em operações de paz e humanitárias, regidas por organismos internacionais; ameaça de conflito armado no Atlântico Sul."
leu leutraix

6/27/2008

África do Sul e Brasil Desenvolverão VANT


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Keith Campbell

África do Sul e o Brasil estão em negociações para o estabelecimento de um projeto conjunto de um Veículo Aéreo não Tripulado (VANT) mais conhecidos pela sigla em inglês UAV (Unmanned Air Vehicle), segundo o Coronel Nelson Silveira, da Força Aérea Brasileira (FAB), em declaração nesta Sexta-Feira.

Coronel Silveira é o Líder do Projeto, pelo Brasil, no programa conjunto do míssil A-Darter, míssil ar-ar de quinta geração com guia infravermelho.

Ele afirmou que um memorando de entendimento (memorandum of understanding – MOU) referente à cooperação foi assinado pelo dois países há um ano. O VANT que será desenvolvido de forma conjunta será o Denel Bateleur MALE (medium-altitude long-endurance) VANT.

Uma proposta inicial da África do Sul referente ao Bateleur foi apresentada ao comandante da Força Aérea Brasileira, Brigadeiro Saito, no mês de maio. Os brasileiros estão esperando uma proposta completa, incluindo um cronograma e estimativas de custo por parte da África do Sul a ser enviada proximamente.

Se o projeto tiver prosseguimento o Bateleur será adquirido pela Força Aérea Brasileira.

O programa conjunto do VANT deverá ser montado seguindo o programa conjunto do míssil A-Darter, que está provando ser um grande sucesso. O conceito do VANT Bateleur foi desenvolvido pela África do Sul há alguns anos pela Denel, mas parou por falta de recursos.

Era de conhecimento de que o projeto estava pendente de obter um parceiro estrangeiro. Estas negociações com o Brasil deverão garantir o parceiro.
fonte:defesanet

5/22/2008

Esquadrão da Força Aérea pega 1,3 t de cocaína


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Roberto Godoy, de O Estado de S. Paulo
CAMPO GRANDE - - Aeronave interceptada: confirme sua procedência, destino, tipo de missão e código do piloto.


Às 10 horas de quinta-feira o caça de pintura camuflada surgiu sem aviso, voando entre as nuvens e exibindo os canos das metralhadoras .50 ao lado do avião-alvo. Era um exercício. E a fase seguinte previa uma ordem de pouso sob escolta até o aeroporto determinado.

-Aeronave interceptada: por ordem da Defesa Aérea deverá pousar em Campo Grande e passar à freqüência de rádio 120.1.

O cartaz fixado na cobertura da nacele do turboélice de ataque repete a orientação, para o caso de haver uma pane de escuta. Até o toque do "alvo" na pista, o interceptador esteve perto, em posição para impedir uma tentativa de fuga - ou para atirar. Em uma situação real, a Polícia Federal estaria em terra, esperando o intruso, provável traficante, talvez um contrabandista.

Veja também:

Esquadrão Flecha: A FAB caça traficantes

No Super Tucano, Daniele sonha com F-5

Por meio de ações em cooperação com a Força Aérea Brasileira (FAB) - algumas das quais desse tipo, envolvendo a interceptação ostensiva -, os federais da equipe especializada do delegado Paulo Tarso de Oliveira Gomes apreenderam, só nos primeiros meses deste ano, cerca de 1.300 quilos de cocaína de alta pureza transportada em aviões de pequeno porte. A droga, avaliada em R$ 2,5 milhões, poderia render dez vezes mais, depois de diluída pelos distribuidores de São Paulo e Rio. Parte do lote seria enviada à Europa.

O parceiro militar entrou no processo batendo pesado: os esquadrões de caça agregados às bases de Campo Grande (MS), Boa Vista (RR) e Porto Velho (RO) mantêm um certo número de A-29 Super Tucano armados, prontos para a decolagem de alerta em no máximo 10 minutos, 24 horas por dia.
A inteligência da Polícia Federal reúne a informação a respeito de um vôo ilícito e aciona a FAB, por meio do Comando de Defesa Aeroespacial do Brasil, o Comdabra. Dois terços das rotas do tráfico começam em algum ponto dos 1.750 quilômetros de fronteira seca, no limite oeste do País. Isso leva a missão para o Esquadrão Flecha, da base de Campo Grande. O comando determina o lançamento dos aviões, quase sempre uma unidade isolada e armada até os dentes.
O procedimento pode ser associado a um alerta - quando o piloto tem 3 minutos para chegar ao A-29, mais três para entrar no cockpit e quatro para decolar. A missão ele só conhecerá quando estiver no ar, acelerando a 500 km/hora.
A bordo do avião de US$ 5,5 milhões estará um dos oficiais sob as ordens do tenente-coronel Leonardo de Faria, o comandante do Esquadrão Flecha. Aos 43 anos, ele chefia um grupo de 145 militares. A unidade é nova, criada em 2004, como também são novos seus aviadores, todos na faixa média de 23 anos - entre os quais 3 mulheres: duas delas são pilotos de caça e uma voa nos helicópteros do Esquadrão Pelicano, de busca e salvamento, outra equipe da base.
Antes de chegar ao A-29, cada um dos pilotos passa pela Academia da Força Aérea, em Pirassununga, interior de São Paulo, e depois por um longo ciclo em centros de formação, como os de Natal e Fortaleza.
"Aqui a moçada passa de três a quatro anos aprendendo a fazer ataque ao solo, combate aéreo, a usar o capacete com sistema de visão noturna, a empregar o captador de imagens térmicas e, sobretudo, aprendem a liderar em combate as esquadrilhas da FAB", explica Faria.
Mais tarde, o destino é o combate, mas usando o equipamento mais pesado da aviação, os supersônicos F-5EM, os Mirage 2000C/B e os bombardeiros subsônicos leves A-1 AMX.
O contingenciamento das verbas orçamentárias compromete apenas um pouco a instrução. A hora de vôo do Super Tucano é barata, na faixa de R$ 1,5 mil. "Assim é que o pessoal voa bastante. Mas eu gostaria de poder programar, por exemplo, um número maior de lançamento de foguetes na fase de ensaios na Serra do Cachimbo", pondera o comandante. Um foguete de ensaio sai por R$ 700 e um de disparo real não passa de R$ 2.200.
Outro recurso do Flecha fica bem guardado em uma ala reservada no misto de sede e hangar que abriga o esquadrão. O simulador eletrônico do A-29 é definido por um dos oficiais como "o sonho de todo jogador de videogame" - ele reproduz os cenários e sensações das operações reais , facilitando a adaptação à aeronave e às missões.
O Super Tucano pode levar até 1,5 tonelada de mísseis, bombas e sistemas eletrônicos. Foi com sua própria versão, diferente da usada pela FAB, que a aviação da Colômbia atacou e destruiu, em 1º de março, uma base guerrilheira que as Farc mantinham no Equador. A cotação do modelo de exportação é de US$ 9 milhões. O Brasil comprou 99 unidades, pagando pouco mais de US$ 400 milhões.
O trabalho com a PF produz resultados. Como foi a captura de 440 quilos de cocaína, mais armas pesadas, há oito meses, em uma pista de pouso de Pradópolis, no norte de São Paulo, depois de um vôo - com registro regular - a partir do Paraguai. Em janeiro, dois monomotores clandestinos foram seguidos até Itu por um A-29. Levavam, no total, uma tonelada de acessórios para computadores. Tudo rigorosamente contrabandeado.
O método da ação é objetivo. Movimentado pelo Comdabra e tendo como referência os dados da Polícia Federal, o caçador chega até a aeronave suspeita e se mantém no padrão de acompanhamento. Não é visto e não realiza o interrogatório de identificação. Está ali para verificar a direção e a atitude em vôo. Na reta final, orienta a PF para fechar o cerco em terra. Quando o plano é mais abrangente, a coordenação pode ser feita por um jato R-99A Guardião, de alerta antecipado e comando, deslocado da base aérea de Anápolis.
Embora haja dezenas de acionamentos de adestramento todos os meses, de 7 a 9 são reais, e ocorrem em maior número nos fins de semana. Quase sempre se trata de pilotos privados desorientados. "Mas nunca se sabe quando surgirá o bandido", ressalva o Leonardo.leu leutraix

5/20/2008

"O ALTO CUSTO DO SILÊNCIO

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Cordialmente,

AutoIndustrial.


"O ALTO CUSTO DO SILÊNCIO

Após tantos anos de sepulcral silêncio, não podemos estranhar que qualquer aventureiro, se arvore em douto na arte de enunciar planos e formular políticas e geniais estratégias para o estamento militar, inclusive sua reformulação e reestruturação, adentrando em sua concepção e emprego.

Passou a ser do domínio de qualquer "vivente", o conhecimento acerca de Defesa e Segurança.

De Jobim a Mangabeira, surgem no Brasil, vindos do nebuloso além, insuspeitos novos Generais, estrategos de mão cheia, para dizer o mínimo. Salvo engano, Alexandre, Aníbal, Napoleão, Clausewitz, Sun Tzu, Atila e Caxias, entre outros decantados capitães e estudiosos da arte militar, desceram do Olimpo para transmitir, como num sopro divino, aos novos iluminados, uma capacidade e um conhecimento acerca das Forças Armadas e de assuntos sensíveis como a "Defesa e Segurança" e "Amazônia". Tais conhecimentos são muito superiores aos apreendidos em duros períodos de estudo nas Escolas e Academias Militares, e após anos e anos de laboriosa vida castrense, ao que parecem acumulados, "atabalhoadamente", pelos "tacanhos militares profissionais".

De uma canetada, brotam luminosas idéias mirabolantes.

Elaboram um novo Plano Estratégico Nacional de Defesa, que deverá atender aos objetivos ideológicos do Foro de São Paulo, sendo que o eclético Mangabeira é o coordenador do Comitê de Formulação do Plano.

Jobim, recentemente, em Washington, subiu, ainda mais, nos tamancos da vaidade, e tomado de "arrogância estratégica" e "audácia" incontida, anunciou que o governo está empenhado em criar um organismo internacional "que possa articular na América do Sul, a elaboração de políticas de defesa, intercâmbio de pessoal, formação e treinamento de militares, realização de exercícios militares conjuntos, participação conjunta em missões de paz da ONU, integração de bases industriais de defesa"- é o Conselho Sul - Americano de Defesa.

O espaçoso Jobim já cumpriu périplo na América do sul apregoando a necessidade da criação do referido Conselho de Defesa Regional, tema sempre repudiado pelos militares (enquadramento desse órgão numa região onde há possibilidades de conflitos? O que acontecerá quando houver crise entre os países? Quem vai mandar? Como?)

Recordo que, meses atrás, ouvimos algo semelhante, defendido à época pelo poderoso Dirceu e, posteriormente, por Hugo Chávez (defesa assimétrica contra os EUA). Hoje, não sei exatamente quem é o pai da criatura, mas seja qual for a sua origem, a proposta com certeza tem segundas, senão primeiras intenções, as quais devem no futuro constituir – se num belo tiro no pé das FFAA.

É Jobim, é Mangabeira, e agora, é Minc (é brilhante a sua idéia de empregar as FFAA como guarda – reservas de áreas indígenas e de reservas florestais; não esqueçamos que o Jobim é, decididamente, favorável ao emprego das FFAA no combate ao crime, e usa como forte argumento o emprego das Forças de Paz no Haiti; sem desmerecer o super Mangabeira com a criação do "Serviço Militar Obrigatório Social").

Consta, ainda, que Mangabeira e Jobim (que dupla, hein!) preparam um plano radical para enxugar as Forças Armadas e renovar os quadros de comando. É possível? Bom, improvável, não é.

Como novos donos do Poder Total, nada mais lógico, do que agregarem o Poder Militar ao seu saco de propriedades.

São os porta – vozes, anunciando as boas - novas. Para as instituições militares? É bom duvidar.

Criaram a Força Nacional de Segurança (inconstitucional, segundo dizem vários juristas, eis que não consta no artigo 144 da Constituição Federal), criaram o MD, o Jobim, o vingativo e presunçoso Tarso Genro, o..., o..., o Mangabeira, o...

Eles geraram os monstros, nós os alimentamos. E o pior, eles crescem, falam grosso, se agigantam no nosso silêncio. Sorvem e subsistem de nossas fraquezas ou de nossa disciplina submissa.

Tal qual "prima – donas", nariz empinado, olhar rutilante e fixo no horizonte imaginário, deitam cátedra, proferem asnices, e nada acontece; por outro lado, quando um General enuncia duas ou três preocupações pertinentes... o céu vem abaixo.

A triste constatação é a de que não ocupamos espaço, nem nas coisas da caserna.

É uma pena.

Por essas e por outras, viva o GENERAL HELENO!

Brasília, DF, 18 de maio de 2008

Gen. RI Valmir Fonseca Azevedo Pereira"
leu leutraix (civil)

5/06/2008


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DEFESA@NET 05 Maio 2008
FAB 25 Abril 2008
FAB - COMFIREM
Mirage 2000 C/B

EMBARQUE DE MATERIAL BÉLICO

(Defesa @ Net - Recomendamos a leitura: Defesa Aérea(?))

No dia 25 de abril uma aeronave C-130, do 1º Grupo de Transporte foi completamente carregada com armamentos utilizados pela aeronave Mirage 2000.

Este armamento garantirá a utilização plena da aeronave como plataforma de armas voltada para a Defesa Aérea.

O trabalho cooperativo e profissional da equipagem do 1º Grupo de Transporte Aéreo foi essencial para que todo o material fosse embarcado.

O trabalho conjunto entre militares do Brasil e da França garantiram o embarque com toda a segurança requerida pelo material bélico.

UNIÃO CORTARÁ TROPAS NO RIO DE JANEIRO

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Ministro de Assuntos Estratégicos revela plano de reduzir
número de quartéis da Marinha no estado

Ananda Rope

BRASÍLIA - O governo vai redistribuir os militares das Forças Armadas, de modo a aumentar a presença bélica nacional nas fronteiras do Norte e do Oeste do País. As regiões abrangem a Amazônica e o Pantanal, onde o tráfico de drogas e armas atualmente furam o patrulhamento existente demonstrando um dos pontos frágeis da defesa nacional. O Estado do Rio, de forte concentração militar, especialmente da Marinha, vai ser afetado. Os planos de redistribuição dos militares foram confirmados pelo ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos, Mangabeira Unger, em entrevista ao DIA.

“Historicamente as Forças Armadas estão concentradas no Sul e no Leste. Hoje nossas maiores preocupações com segurança estão no Oeste e no Norte”, disse o ministro. “No caso específico da Marinha, o problema é agravado por conta da concentração no Rio. Mais que simples reposicionamento geográfico, exige reconstrução radical”, completou.

A reorganização geográfica das Forças Armadas será um dos pontos do Plano Nacional batizado de PAC da Defesa, a ser apresentado pelos ministros Unger e Nelson Jobim (Defesa) ao presidente Lula, no próximo dia 7 de setembro.

Desde o governo do presidente Fernando Henrique Cardoso o Rio vem, aos poucos, perdendo quartéis para a fronteira. Com eles, a movimentação financeira gerada por compras para alimentação e treinamento das tropas. Até agora, foi o Exército que mais transferiu suas unidades do estado.

Entre as transferências mais importantes ocorridas nos últimos cinco anos estão a do 3º Batalhão de Infantaria, do 19º Batalhão de Logística e do 22º Pelotão da Polícia do Exército para a Amazônia e as dos 1º e do 3º Regimentos de Carros de Combate do Rio para Santa Maria (RS), movimentando mais de 1.500 homens.

Moradores de áreas vizinhas às unidades, especialmente os de Niterói, ainda se queixam que a saída das unidades provocou redução da tranqüilidade e da segurança da região.

Mas a necessidade da transferência se confirma em números. Atualmente, a cada 1.385 km de fronteiras só há 17 militares para proteger. Enquanto isso, só o Exército concentra 49 mil homens no Rio de Janeiro, Minas, Espírito Santo.


Fábricas russas a caminho

O Brasil negocia com russos a instalação de fábricas militares na América do Sul para fazer frente à dificuldade que a Venezuela vem tendo na manutenção aos aviões que comprou de Moscou. A informação é do ministro da Defesa, Nelson Jobim, em entrevista a um jornal equatoriano durante visita a Quito. O ministro afirma que o veto dos Estados Unidos à Venezuela para compra de armamento, foi um erro, porque o presidente Hugo Chávez acabou comprando os aviões da Rússia.

Jobim viajou para promover a criação do Conselho de Defesa Sul-Americano. “Os Estados Unidos podem ter suas políticas, mas isso é um problema nosso. Devemos ter uma política própria”, comentou o ministro.

Os ministérios da Defesa e da Educação lançaram o segundo edital do Programa de Apoio ao Ensino e à Pesquisa Científica e Tecnológica em Defesa Nacional (Pró-Defesa), que vai destinar R$ 7,2 milhões aos pesquisadores. O objetivo é estimular a pesquisa científica e tecnológica e a formação de mestres e doutores em Defesa Nacional. Universidades e escolas militares interessadas terão de apresentar projetos até o dia 28 de julho.


AÇÃO PARA INIBIR ATAQUE INIMIGO

Os planos de governo de concentrar os homens das Forças Armadas em locais de mobilização rápida, como os estados do Centro-Oeste e do Norte, foram antecipados pela Coluna Força Militar de 19 de setembro do ano passado. A medida, também revelou a coluna do DIA, integraria o Plano Nacional de Defesa em formulação em Brasília.

A proposta é montar uma força que iniba ataques inimigos, não importando se vindos de outras nações, de grupos terroristas ou criminosos, como traficantes de drogas e armas.

Para isso, o atual modelo de aquartelamento é inadequado e precisará das reformas oficializadas pelo ministro Mangabeira Unger, com mais homens treinados para atuar em área de selva. O serviço militar continuará obrigatório aos rapazes, mas menos jovens do litoral, como o estado do Rio, estariam entre os convocados.
FONTE:DEFESANET

5/05/2008

GENERAL OLIMPIO MOURÃO

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O General Olympio Mourão Filho não conheceu o Lulla. Mas, aparentemente, era um profeta . . . Vejam o
que ele escreveu no início dos anos 70: " - Ponha-se na presidência qualquer medíocre, louco ou semi-analfabeto e
vinte e quatro horas depois a horda de aduladores estará à sua volta, brandindo o elogio como arma, convencendo-o de que
é um gênio político e um grande homem, e de que tudo o que faz está certo. Em pouco tempo transforma-se um ignorante em
um sábio, um louco em um gênio equilibrado, um primário em um estadista. E um homem nessa posição, empunhando as rédeas
de um poder praticamente sem limites, embriagado pela bajulação, transforma-se num monstro perigoso ". MOURÃO
FILHO, Olympio. Memórias: A Verdade de um Revolucionário. Porto Alegre, L&PM, 1978. Pág. 16
A F A R Ç A D O A U M E T O D O S M I L I T A R E S
Exmo. Sr. Ministro da Defesa, Nelson Jobim, o motivo desta missiva é assegurar que, no futuro, V. Exa. não possa vangloriar-se de ter enganado facilmente os militares com essa farsa que chama de "reajuste de militares de 35,6 a 137,8", a exemplo do que faz atualmente, quando se vangloria de, por ocasião da Constituinte, ter fraudado a Constituição com a inserção de artigos que lá não deveriam constar. Basta conhecer a formação do salário do militar, e ter tido acesso aos últimos reajustes que tiveram, para se verificar que tal afirmação é falsa, até porque sequer repõe as perdas salariais dos militares sofridas ao longo dos últimos anos, logo, não pode ser chamado de "aumento", muito menos de "reajuste com ganho real" Me faz lembrar o livro de Malba Tahan, "O homem que calculava". Talvez por isso, V. Exa., comprovadamente um excelente articulador, como se orgulha em ser reconhecido, como fraudador de Constituição, tenha querido abraçar a causa de calcular o reajuste, retirando das Forças Armadas a possibilidade de oferecer qualquer proposta, a título de fazer uma nova política de salários que "valorizem a carreira militar". É mais do que sabido por todos os militares que, na pior das hipóteses, mesmos nas piores fases dos últimos governos, antes de Lula, quando não se queria dar aumento aos militares se alegava falta de verbas, mas, religiosamente, sempre saía o famoso "cala-boca", algo em torno de 10% ao ano, ou algo parecido, projetado para dois anos, mas sempre em torno desse percentual por ano. Foi por causa dessa atitude vergonhosa dos governantes para com os militares que seus salários foram progressivamente depauperados, pois nunca se comparavam os "reajustes cala-boca" aos percentuais que as outras Carreiras de Estado estavam recebendo. Hoje, o salário do militar é uma vergonha para o país. E vai continuar a ser uma vergonha, porque V. Exa. ao propor um reajuste tão vergonhoso como o ora divulgado, de má fé ou não, incide nas seguintes situações: 1) Não resolveu o problema salarial dos militares; 2) Sequer resolveu o problema salarial dos soldados, pois ganhar um salário mínimo é direito constitucional de todo o trabalhador que vinha sendo desrespeitado, e pagá-lo é obrigação do Estado que obriga o indivíduo a prestar o serviço militar; 3) Com um jogo de números, V. Exa. prorroga e suspende por dois anos e três meses a discussão do salário dos militares, espertamente fazendo parecer que, pelo menos porr enquanto, a situação estaria resolvida, o que não é verdade, senão vejamos: - O General de Exército, com 40 anos de serviço, somente daqui a 2 anos e três meses é que passará a ganhar R$ 18.000,00(dezoito mil reais), valor que qualquer promotor, juiz, Delegado de Polícia, aos seus 21 a 24 anos de idade ganha mais como salário inicial, estes em torno de R$ 20.000,00, ressalte-se, HOJE; - O Oficial, Tenente, egresso de uma Academia Militar, na qual fica internado no mínimo 4 anos para se formar, irá ganhar, daqui a dois a nos e três meses, apenas 5.500,00 (cinco mil e novecentos reais), menos do que ganha hoje um Policial Rodoviário Federal, cargo de nível médio, e quase a metade do que ganha um Agente de Polícia Federal ou então de um Tenente da Polícia Militar do Distrito Federal, e torno a dizer, HOJE. Ressalte-se que, ao me referir a estas categorias de profissionais e a seus salários, estou me referindo ao que ganham hoje, sendo certo que, a exemplo do que ocorre no Judiciário e no Legislativo com grande constância, em breve esses salários também estarão sendo reajustados, aumentando a sua defasagem em relação aos salários dos militares. Se considerarmos que não temos aumento desde 2006, e que agora só poderemos falar de novo em reajuste para 2011, pois até 2010 já está "tudo dominado" pela sua esperteza, temos um lapso de tempo de cinco anos, 2006, 2007, 2008, 2009 e 2010, nos quais, graças à V. Exa. teremos um reajuste médio de 47%; logo são 47% divididos por cinco anos, o que dá menos de 10% ao ano, que era o nosso 'cala-boca", pelo menos quando tínhamos o aumento negado às claras, e não às custas de fraudes matemáticas. Esse é o objetivo dessa missiva, Sr. Ministro, desmascarar essa farsa matemática, essa fraude contra os interesses da Nação, pois é a ela que os militares servem, e não a governos transitórios. Não tivemos nenhum aumento. Que fique bem claro. O que está se perpetrando é uma CONDENAÇÃO. Sim, uma CONDENAÇÃO, que obrigará os militares a prorrogar por mais dois anos e três meses sua penúria, a rolar dívidas feitas em decorrência de aguardar por anos um reajuste que resolveria sua situação, mas que não veio, e a SUSPENDER, até lá, 2011, qualquer discussão salarial que realmente coloque o militar na real posição que merece, equivalente e proporcional aos relevantes serviços que presta à Pátria

general heleno

PENSAR E REPENSAR
Oliveiros S. Ferreira
http://www.oliveiros.com.br/ie.html
Convém não ter ilusões. Apesar do que se diga em Brasília, a fala do General Heleno no Clube Militar não foi manifestação estritamente pessoal. Que nos círculos governamentais assim se pense e diga à imprensa compreende-se; na realidade, teme-se — e daí se insistir no caráter pessoal da fala do Comandante Militar da Amazônia — que, ao dizer que o Exército serve o Estado e não ao Governo, o General Heleno tenha sido o porta-voz de amplos círculos militares, a começar pelo Alto Comando do Exército, que julgam ter chegado a hora de o Exército (e, por sua voz, as Forças Armadas) recuperarem o papel que a História fez dele com justiça: partícipe das decisões que dizem respeito ao Estado.
O Comandante Militar da Amazônia deixou isso bem claro, quando disse que se oferecia para discutir com todos a política indigenista do Governo Lula, vale dizer, a avidez em demarcar terras e em criar as condições para que mais dia menos dia as “nações” indígenas reclamem sua autodeterminação e a criação de Estados indígenas, parte integrante da República Federativa do Brasil, como os 27 Estados que mandam representantes ao Senado... Isso para não dizer que esses “Estados indígenas” poderão, à maneira de Kosovo, reclamar independência e assento na ONU. Afinal, o Brasil não votou a favor da Declaração dos Direitos dos Povos Indígenas, aprovada na ONU contra o voto dos Estados Unidos, da Austrália e da Nova Zelândia, também países com minorias indígenas, que deixaram bem claro que o documento compromete a sua soberania? Para o delegado brasileiro, seguramente seguindo as instruções do Itamarati, a soberania brasileira (seja o que for que este entenda por isso) nunca esteve em risco. O Exército não foi consultado sobre esse voto comprometedor. Aliás, convém também lembrar que, quando o Presidente Collor demarcou a reserva Ianomâmi, o General Heleno, que representava o Exército na comissão encarregada de resolver a questão, foi contra a demarcação de terras continuas, temendo exatamente por arranhões na soberania brasileira.
A fala do General Heleno — e quem pôde ver, na TV Globo, alguns minutos dela, terá observado que ele estava emocionado — tem dois sentidos sobre os quais é preciso atentar, no início do processo de fermentação de uma crise que não é político-militar (embora tenha aí seus aspectos), mas que é militar-institucional, fundamentalmente.
O primeiro sentido é o que salta aos olhos: o Exército teme que a ação governamental conduza, mais dia, menos dia, a que a soberania brasileira seja atingida. O assalto irá verificar-se sob amparo da ONU, docemente constrangida pela ação da miríade de ONGs que insistem em defender os direitos dos povos indígenas, como se brasileiros esses povos não fossem, e dos Governos estrangeiros que reclamam o Direito de Ingerência na Amazônia para salvar a humanidade...
O segundo é mais importante: o Exército reclama efetiva participação na elaboração das políticas que comprometem a soberania. Não se trata apenas de dizer que a função constitucional do Exército é defender as fronteiras. A Constituição não fala em “soberania”, mas o General Heleno sabe (e o Alto Comando do Exército assim pensa) que o que está em jogo, quando se insiste em fazer que terras indígenas sejam contínuas, é uma ação governamental que escancara as portas para que as tribos remanescentes se constituam “nações” e, depois que assim elas sejam reconhecidas, constituam “Estados”. O público em geral pode não ter refletido sobre o que significa o fato de um deputado apresentar projeto de lei concedendo passaporte a índios. O Exército meditou nisso e em outras providências e tirou delas as conseqüências. O conflito em torno da reserva Raposa do Sol apenas deu ao General Heleno, secundado, no Clube Militar, pelo aplauso do General Comandante do Comando Militar do Leste, a oportunidade de dizer o que o Exército pensa.
É preciso completar o raciocínio: não se trata apenas de permitir ao Exército participar da elaboração das políticas; trata-se de fazer que a voz do Exército não seja sufocada, em comissões, pela de tantos civis quantos sejam necessários para dar, às decisões que atingem aquilo que se sabe ser a soberania (para não dizer o bom senso), o “caráter democrático” que o mundo de hoje (?) reclama.
Há um outro sentido nas frases do General Heleno: tomou posição contra a palavra e a voz, para não dizer os atos, da esquerda que — à la Nelson Rodrigues, que fala em “padres de passeata” — chamou de “esquerda escocesa”.
A intervenção do General Heleno na mesa-redonda organizada pelo Clube Militar foi o momento publicamente ostensivo (com perdão da redundância) da retomada de consciência do Exército de que ele serve o Estado e não Governos; e de que, sabedor de sua missão e função moderadora (controladora) das paixões cosmopolitas daqueles que nos governam, quer decidir. Aliás, é importante notar que não houve reação governamental às falas do General Heleno na TV Bandeirantes e na Fiesp, quando externou posições que teriam exigido igualmente, à luz dos critérios do Planalto, a interpelação do chefe de Estado, que apenas se sentiu desagradado com a repercussão (isto sim!) da fala no Clube Militar.
Escrevo antes que se saiba o desfecho desse "combate" — pois é disso que se trata. De um "combate" e não de um “entrevero" particular. É provável que, para manter intacto o “princípio do chefe”, o ministro Jobim decida demitir o General Heleno do Comando da Amazônia. Poderá fazê-lo, seguindo o RDE. Mas não lhe poderá retirar as quatro estrelas, nem proibi-lo de ter assento no Alto Comando, ainda que em função meramente burocrática. Poderá também seguir o exemplo dado pelo Presidente Goulart, que agregou o General Cordeiro da Farias a função nenhuma, mas não pôde retirar-lhe a condição de General da Ativa.
A consciência do velho e sempiterno Exército — o de 1840 e de 1889 — finalmente redespertou para o público pensante. Resta saber o que o Ministro da Defesa, especialista em incluir ou rever artigos de uma Constituição a ser promulgada, fará para salvar a face de seu chefe, e salvar a face da chefe da Casa Civil, que, nos tempos em que os mosqueteiros tinham honra e Luis XIII governava por direito divino, seria confundida com Richelieu.

brasileiros e brasileiras


"... dedicar-me inteiramente ao serviço da Pátria, cuja honra, integridade e instituições defenderei com o sacrifício da própria vida".
Essas são as palavras finais do sagrado juramento à Bandeira que todo cidadão brasileiro faz ao ser incorporado às Forças Armadas.

Hoje, vemos a Pátria vilipendiada e seus valores morais sendo destruídos pela omissão e pela degradação moral que permeiam os bastidores do Poder constituído, numa afronta ao cidadão honesto e trabalhador, que já não tem exemplos a mostrar aos filhos, sobre os reais valores que devam ser cultivados.

A verdade histórica vem sendo deturpada por um revanchismo disfarçado e hipócrita, que nenhum benefício traz ao povo brasileiro. Serve apenas para confundi-lo, para desviar a sua atenção dos verdadeiros problemas do País.

As Forças Armadas, desde o governo antecessor, vêm sofrendo uma campanha de desmoralização e vêm sendo progressivamente sucateadas, para que o seu poder de reação seja enfraquecido, numa orquestração eficaz, ditada por interesses que não são os dos nossos cidadãos.

A grande massa do eleitorado, desinformada politicamente e revoltada com o caos social que tomou conta da Nação, foi habilmente trabalhada para optar por "vencer o medo", em proveito da "esperança" de reformas sociais e econômicas e de ações bem mais concretas, como a criação de novos empregos, prometidas durante a campanha de um governo que, até hoje, não se mostrou capaz de cumpri-las.

A propriedade privada, sagrado direito em uma Nação livre e democrática, vem sendo sistematicamente desrespeitada com a explícita omissão do Governo, que não age no sentido de impedir a ação criminosa dos movimentos chamados, tendenciosamente, pelas autoridades constituídas, de sociais, numa demonstração cabal de falta de autoridade ou vontade política.

A violência, rural e urbana, está completamente sem controle, e a população, refém dos criminosos, não tem mais a mínima segurança. A autoridade do Estado é posta à prova a todo o momento, levando aos marginais a sensação de liberdade de ação e de impunidade, numa escalada crescente de audácia e desafio à sociedade. Toques de recolher, fechamento do comércio e de escolas, cerceamento do direito de ir e vir demonstram sistematicamente o nível de poder do crime organizado.

O funcionalismo público está sendo responsabilizado por um déficit da previdência que, sabidamente, foi causado pela corrupção e pela incompetência do governo em gerir verbas públicas.

A impunidade, no nosso País, virou regra geral, e o crime do colarinho branco passou a ser altamente compensador.

Juros absurdos, tributos escorchantes e corrupção generalizada degradam todos os setores da Nação, inviabilizando-a no caminho do desenvolvimento, tão essencial para a geração de empregos, a qualidade de vida e a justiça social.

Pune-se o cidadão honesto em favor do sonegador e do esperto.

Leis são completamente desmoralizadas pela desobediência ostensiva e generalizada, com conhecimento e omissão do Poder Público.

Juízes e funcionários públicos de setores essenciais vêem-se na contingência de paralisarem parcialmente o Estado por meio de greves, porque colocar o Governo contra a parede configura-se como a única maneira de conseguirem que seus direitos sejam respeitados.

Com a criação de instrumentos coercitivos ditatoriais, pretende-se amordaçar a imprensa e a produção audiovisual, incluído aí o cinema.

Desarmam-se os cidadãos de bem, impedindo-os de fazer uso do recurso legal da legítima defesa, mas não se tomam as armas de guerra em poder dos bandidos.

Utilizam-se recursos de banco estatal em favor do partido político no Governo.

Como se os comensais dos palácios estivessem acima do bem e do mal, criam-se obstáculos à verificação da idoneidade de homens que exercem cargos públicos.

Pretende-se acabar com a independência dos Poderes, atribuindo-se a membros do partido-estado a incumbência do controle externo do Poder Judiciário.

Tenciona-se restringir a capacidade investigativa dos parlamentares e proibir a dos procuradores da República.

Estimula-se o culto à personalidade, na tentativa do ressurgimento de um Grande Timoneiro que, às custas do erário, divulga os seus desconhecimentos primários nos quatro cantos do mundo.

Por último, com uma visão tão equivocada que quase invade os limites de grave não-conformidade mental, pretende-se abrandar o cumprimento de penas decorrentes do cometimento de crimes hediondos!

Cidadãos Brasileiros!

Os signatários deste Manifesto, que conta com o apoio de civis patriotas e de parcela expressiva da reserva das Forças Armadas - a ativa é impedida por lei de se manifestar - vêm a, público, denunciar o atual estado em que se encontram a Nação Brasileira e a sua Instituição Militar.

Em um momento da vida nacional em que o povo mais precisa das Forças Armadas para o restabelecimento da ordem e da garantia das Instituições, fiquem certos de que elas não se acovardarão ante o processo de desvalorização dos seus integrantes e da premeditada ação de anulação de sua capacidade de reação e de cumprimento do seu dever, nem face a tentativas de implantação de regimens totalitários, contrários às nossas mais sagradas tradições.
Brasileiros, o quadro é grave.

A honra da Pátria, sua integridade e suas instituições estão definitivamente ameaçadas.

O Brasil pede socorro aos patriotas.

O honroso juramento à Bandeira exige que tomemos uma providência imediata e decisiva para que se restaure, ainda em tempo hábil, não somente a adequada capacidade operacional das nossas Forças Armadas, mas, sobretudo, o respeito às nossas Instituições, à irrestrita liberdade de expressão do pensamento, ao pleno exercício da democracia.

Só assim, teremos a capacidade de manter um Estado soberano e em condições de realizar as mudanças necessárias ao progresso e ao bem estar dos brasileiros.

Não se engane o povo com falsos argumentos de descarte do seu cidadão soldado e com falsas alegações de que não há inimigos nem guerras a serem travadas, pois se, aparentemente, não os vemos é porque ainda resta, nas nossas Instituições Militares, alguma capacidade de dissuasão.

Chegamos à crítica situação em que os profissionais militares têm de custear a saúde dos recrutas com descontos nos seus contracheques e acréscimos nas indenizações de atendimento médico-hospitalar.

Comandantes sem recursos, muitas vezes, tiram dinheiro, do próprio bolso, para evitar, por exemplo, que a sua viatura pare, comprometendo ainda mais a capacidade de sustento da família. Falta comida nos quartéis. Em última instância, até mesmo o recruta está pagando para servir à pátria.

Qualquer Nação tem, como condição para a manutenção da sua estrutura física, legal e social, a qualidade e a capacidade de ação e reação, tanto interna como externa, das suas Forças Armadas.

O processo de desestabilização de um País e o "status" de subserviência a interesses escusos e alienígenas começam, sempre, pelo aviltamento e pelo desmonte das suas Forças Armadas.

É hora de acordar. Em nome da democracia, da lei, da ordem e da manutenção das nossas Instituições, devemos agir e não calar, em atitude de omissão e covardia.

Não temos permissão para nos acomodar. Por juramento, somos obrigados a tomar uma atitude. Chega de chantagens emocionais - "quartelada", "golpe", "patrulhamentos".

Assim como, por vocação, não corremos do risco nem do perigo iminente, também não podemos, por obediência a princípios, ficar de braços cruzados diante da violação destes mesmos princípios por aqueles que também deveriam defendê-los!

Fazemos votos para que aqueles que, em dissonância com a história, ainda pretendem implantar no Brasil um Estado totalitário desistam da idéia, porque não é isso que os brasileiros querem, e, se eles não querem, nós não vamos deixar que isso aconteça.

O que todos querem é muito simples: imprensa livre, repetindo, IMPRENSA LIVRE, livre manifestação do pensamento por quaisquer meios, sem a tutela do Estado, juros e tributos razoáveis, probidade administrativa, independência dos Poderes, liberdade para investigar desvios de conduta, Forças Armadas e serviços públicos aparelhados e com o pessoal motivado, segurança pública e bandidos na cadeia, paz no campo, respeito à propriedade e Congresso soberano.

Por outro lado, se o Governo também vier a pensar como nós, pode convocar-nos para o bom combate, pois estaremos prontos.

Está dado o recado. Em nome do povo estamos prontos para o que for necessário.

BRASIL ACIMA DE TUDO!
leu leutraix

3/31/2008

FUTUROS "NOVOS ESTADOS"

MILITAR BRASIL WWW.MILITARBRASIL.BLOGSPOT.COM UMA PÁGINA DO LEU LEUTRAIX DE ASSUNTOS MILITARES,PARCEIRO DO BLOG DO LEU LEUTRAIX WWW.LEULEUTRAIX.BLOGSPOT.COM
O projeto alienígena de "balcanização" da Amazônia brasileira faz algum tempo encontra-se em plena marcha, ante a venal omissão e, talvez, conivência de órgãos governamentais dos mais elevados escalões, em particular, do Ministério do Meio Ambiente.
Desde a criação inconstitucional da "Reserva Ianomâmi", de alcance binacional e de absurdas dimensões, o Brasil continua cedendo às mais leves pressões internacionais para o estabelecimento de novos "santuários" indígenas em seu espaço amazônico, como o recente caso da região Raposa Serra do Sol.

Legislação originada do Executivo, surpreendendo a opinião pública nacional, permite a concessão de imensas glebas de terras a estrangeiros, para exploração indiscriminada, por longos períodos, que atingem os limites de meio século.

Sem qualquer oposição do Governo, especialistas de outros países infiltram-se nessas reservas, impõem-lhes seus idiomas e costumes, proíbem a entrada de brasileiros e despertam-lhes sentimentos separatistas, induzindo-as à criação de nações próprias.

Paradoxalmente, dá-se extraordinária ênfase ao combate dos desmatamentos e ao trânsito de nacionais nessas reservas, porém não se vê qualquer medida efetiva para expulsar dessas áreas aos milhares de estrangeiros clandestinos que por ali se estabeleceram.

Assim, a técnica do "retalhamento" e do sistemático bloqueio do desenvolvimento do imenso e rico território afigura-se como aspectos principais da estratégia dessa intenção.

Em âmbito nacional, continuam atuando, livremente, grupos paramilitares, provavelmente financiados com dinheiro público, os quais se utilizam de técnicas terroristas para atentar, violentamente, contra o direito de propriedade, sem que se veja das autoridades constituídas uma adequada vontade política para estancar, de vez, esses perigosos movimentos, antes que seja tarde demais.

Por outro lado, programas de mídia financiados por capital externo, com objetivos dúbios, "martelam", diuturnamente, a opinião pública com dados meteorológicos distorcidos e exageradas previsões de desastres ecológicos iminentes, praticando verdadeiro terrorismo ambientalista.

É preciso denunciar, denunciar e denunciar, quantas vezes forem necessárias, que o objetivo verdadeiro dessa pantomima do teórico e ridículo "aquecimento global" não é outro senão o de frear o desenvolvimento dos países emergentes, dentre outros, a China, a Índia e, no caso do Brasil, o de impedir a ocupação e o desenvolvimento racional da Amazônia.

Tudo isso tem acontecido sob os olhos permissivos das autoridades dirigentes do País, que sucumbem, docilmente, às pressões políticas dos países centrais, bem como, vergonhosamente, submetem-se, impassíveis, às atrevidas bravatas de "chefetes" regionais.

Esse comportamento governamental revela uma personalidade frágil e amedrontada diante de qualquer tipo de oposição, com a preocupação única de manter-se no poder, a qualquer custo - internamente, pelo humilhante suborno das bolsas-voto - e, no campo externo, pela absoluta inação, frente aos claros objetivos de internacionalização de parcelas do nosso território.

Dentro desse quadro, o Brasil fica à deriva, ante a ausência total de lideranças que o protejam dessas ameaças antinacionais que proliferam livremente.

É fundamental, pois, que a sociedade válida identifique a gravidade dessa situação e se disponha a agir, emergencialmente, para exigir do Governo constituído, que impeça a continuação dessas absurdas investidas que países, ONGs, entidades internacionais e a mídia mercenária têm praticado contra os legítimos interesses da Pátria brasileira, sob pena de incursão em crime de responsabilidade.

Felizmente, porém, as Forças Armadas representam, talvez, a última esperança de garantia de uma resistência inflexível contra todo esse contexto adverso. Por isso, já há algum tempo, têm sido alvo de planejada desatenção do Estado, visando ao seu enfraquecimento gradativo.

A principal atuação desse processo é sobre o moral da tropa que procura atingir, negando-lhe a atualização de equipamentos e congelando seus humilhantes salários, gritantemente desproporcionais às suas responsabilidades.

Porém, aqueles que assim agem enganam-se, se pensam que vão enfraquecer as convicções da sociedade castrense, ou que essa poderá deixar-se inibir por uma democracia ilegítima, construída sob o respaldo de uma maioria de eleitores corrompidos por degradantes esmolas pessoais.

Enganam-se, sim, porque as Forças Armadas sempre estarão prontas para ir às últimas conseqüências, a fim de preservar a segurança da Pátria e a integridade de seu Território.

Portanto, que o Governo não se omita e exerça sua responsabilidade constitucional de defender os legítimos interesses do País. Se não o fizer, haverá quem o faça, o que já poderá ter começado...

Sempre foi assim e continuará sendo, na História deste País.

Ten.- Brig. Ivan Frota
Presidente do Clube de Aeronáutica





ÀS FORÇAS ARMADAS DO BRASIL - DOC. Nº. 69/2007.

O GRUPO GUARARAPES tem como Objetivos e os persegue sem cessar, a Unidade Nacional com Soberania, Ordem e Progresso, assegurados por Forças Armadas Fortes e Unidas, para a garantia da sobrevivência da Nação.

Veio o novo governo (FHC). Tem início o aumento da CORRUPÇÃO estimulada pela frouxidão das leis e conivência das autoridades. Mais grave do que corrupção foi o início do desmonte das FORÇAS ARMADAS. Criou-se o Ministério da Defesa e nomeou-se para Ministro da pasta um político fracassado. Veio a primeira crise, e de crise em crise foram afastando os Chefes Militares das decisões políticas do País.

Foi inculcado na juventude brasileira que o militar era um truculento, um homem sem alma e que só sabia gritar enquanto eles, do novo Poder, eram os salvadores da Pátria. A situação foi invertida. Os brasileiros, que lutaram para salvar a Democracia no Brasil, em 1964, foram eleitos como os vilões e os canalhas e assassinos, que iniciaram a luta armada para a tomada do Poder, em 68, para implantação de uma ditadura comunista, passaram a ser "os santos". Não é o GRUPO GUARARAPES quem afirma esta verdade. Está no livro "Combate nas Trevas" de JACOB GORENDER, comunista confesso.

Hoje, endeusa-se OLGA que era agente secreta da KGB; endeusa-se Prestes que recebia 200 dólares/mês do serviço secreto russo e que veio para o Brasil implantar a revolução, matar brasileiros e, assim, se vai endeusando canalha, ladrão, assassino e a sociedade brasileira assistindo ao descalabro e à derrocada instalar-se no País. Esqueceu-se do grande ensinamento de INDIRA GANDHI:"Com Punho Cerrado Não Se Pode Trocar Um Aperto De Mão".

Muda-se de governo. Sobe o presidente LULA gritando, esbravejando que o Brasil seria novo. Seus asseclas gritavam, ao tempo em que estiveram na oposição, que, com eles no Poder, tudo seria republicano, tudo transparente. Seria o REINO DO CÉU NA TERRA.

A corrupção instalou-se nestes últimos cinco anos e assistimos ao dólar ser conduzido em cueca, mala, caixa de whisky e o dinheiro rodando e voando na capital da República, onde o público e o privado chegam a se misturar nas "casas de recursos". DINHEIRO, SEXO E PODER se entrelaçam de maneiras não republicanas.

Com FHC, teve início a perseguição às Forças Armadas e passou-se a utilizar todas as oportunidades possíveis para premiar aqueles que queriam implantar a ditadura comunista no País, em 35, 64 e 68. Leis que os beneficiavam foram promulgadas e bilhões de reais doados aos que mataram, roubaram, assassinaram, seqüestraram, em nome da "democracia", com dinheiro público, do contribuinte, com que enchem as suas burras de maneira desavergonhada.

O GRUPO GUARARAPES, durante todo esse tempo, vem chamando a atenção da sociedade brasileira para este assalto aos cofres públicos e alertando que estamos marchando para um regime ditatorial de esquerda, aceleradamente. Vejam que palmas são batidas para o Ditador FIDEL CASTRO, aos criminosos da FARC, e ao ridículo ditador CHÁVEZ; e vejam como se faz, aqui, a perseguição a jornalistas que não rezam por sua cartilha, como Boris Casoy e Arnaldo Jabor; e o apoio a todos os atos que possam desmoralizar as Forças Armadas com o comprometimento da aplicação do Poder Naval, a partir de 2010, o sucateamento da FAB, dela tirando a INFRAERO e o DAC, e o enfraquecimento do Exército, obsoleto, sem condições sequer de defender os tesouros da AMAZÔNIA; e vejam as mais estapafúrdias ações, até implantando a quebra da disciplina e da hierarquia, com o apoio ostensivo e inconseqüente do Presidente da República, no caso do APAGÃO AÉREO; e a criação da tal Força Nacional de Segurança para excluir o Exército da sua missão de manutenção da Lei e da Ordem.

Derrama de dinheiro para o MST promover invasões em propriedades privadas. Chegou-se a tal ponto que os escândalos mostram a degradação nos três Poderes da República.

Agora caiu a gota d'água que extravasou o copo. O benefício dado aos familiares do criminoso Carlos Lamarca, criminoso desertor do Exército, assassino frio, ladrão de armas e munições, seqüestrador, assaltante de bancos, inicialmente recebendo proventos do posto de coronel, ao qual foi promovido sem nenhuma base legal, agora com vencimento reajustado de General de Brigada, com pagamento de diferenças atrasadas, e mais 300 mil reais de indenização, Isto é uma BOFETADA na cara das FORÇAS ARMADAS.
Aceitar calado a afronta provocativa seria a desmoralização total destas Sagradas Instituições.

O GRUPO GUARARAPES pensa como Edmund Burke: "Para que o mal triunfe basta que os bons não façam nada". O mal não pode vencer e é por isso que estamos lutando. Não há nada a temer; só a perda da Honra.

O GRUPO GUARARAPES devolve a BOFETADA aos canalhas no Poder. Temos AMOR PRÓPRIO. O GRUPO GUARARAPES Luta pela dignidade da farda e não aceita que bandidos sejam premiados, dando idéia aos subordinados de que não há mais CHEFES E SIM CHEFETES que se curvam perante mentirosos, traidores como LAMARCA, ladrões e outros nomes que queiram dar.

O GRUPO GUARARAPES não admite aceitar um país onde se endeusa a mentira, se rouba o direito à justiça e se pratica a trapaça.

CHEGA! "A MÁSCARA SÓ SE TIRA NA ÚLTIMA CENA DO ÚLTIMO ATO"! Como afirmou Maquiqvel. Terminou a comédia. Caiu a máscara! Não temos governo. A anarquia inicia-se dentro do Gabinete da Presidência da República, onde o ocupante maior usa a mentira para se defender. Não é um estadista e sim um medíocre. Um fantoche nas mãos daqueles que desejam implantar um regime de força no País.

O caso Lamarca, que fere o PUDONOR E A HONRA MILITAR, é de sua inteira responsabilidade, como o chefe maior, responsável por tudo que se faz ou deixa de fazer no Governo da República, segundo princípio constitucional, e que acoberta seu Ministro da Justiça, um conhecido marxista, leninista e gransmicista.

O Presidente Lula não merece mais o nosso respeito, pois o consideramos indigno do cargo que ocupa. Não o consideramos nosso chefe, pois ele não respeita nem cumpre a Lei, não merecendo nossa subordinação. E ainda, grave é que não temos Ministro da Defesa que defenda as Forças Armadas. É outro inútil, apagado, incompetente, despersonalizado e complexado desde os tempos em que era capacho do Sr. João Goulart. Não merece também respeito, nem consideração, nem nossa subordinação.

COMPANHEIROS DAS FORÇAS ARMADAS! O GRUPO GUARARAPES tem, não só a suposição, mas a consciência de que expressa o pensamento e a revolta da grande maioria dos militares da ativa e da reserva, senão da totalidade. Tem ciência e consciência de que não servimos a homens e sim à Pátria! A declaração do General de Exército Comandante do Leste - Luiz Cesário da Silveira Filho - indica que há uma insatisfação geral e que as BOFETADAS SERÃO DEVOLVIDAS aos que não sabem honrar o cargo que exercem como o Presidente da República, e seus medíocres Ministros da Justiça e da Defesa.

O GRUPO GUARARAPES, EM DEFESA DA HONRA DA NAÇÃO BRASILEIRA, ESPERA QUE AS FORÇAS ARMADAS REVERTAM TAL AFRONTA! A HONRA OU A MORTE!

Fortaleza, 18 de de junho de 2007

Assinam: Tenente Brigadeiro do Ar Rodopiano de Azevedo Barbalho; General de Exército Domingos Antônio Miguel Gazzineo, General Reformado Francisco
Batista Torres de Melo; General de Brigada Reformado Luciano Salgado Campos; General de Brigada Reformado Luis Henrique Domingues; General de Brigada Reformado Manoel Theóphilo Gaspar de Oliveira Neto; Coronel Reformado Flávio Lucinao Costa Lima Gurbel do Amaral, Coronel Reformado Antônio Bastos Gonçalves; Coronel Reformado Francisco Sobreira de Alencar, Coronel Ivo Salvany, Coronel reformado Tarcísio dos Santos Vieira, Coronel
Aviador Francisco Bedê, Coronel ReformadoFrancisco Jander de Oliveira,
Coronel Reformado José Batista Pinheiro, Coronel PM José Gilson Liberato,
Dr. medico Antônio Jorge Acário, Dr. Gregório Valmir de Deus Barros, Coronel
Reformado João Bosco Camurça, Major Francisco de Assis Bastos, Dr. José
Helder Cordeiro, Glacy Cassou Domingues, pelo Grupo Guararapes Feminino e
todos os mais 1.573 companheiros que formam o GRUPO GUARARAPES.

ESTAMOS VIVOS! GRUPO GUARARAPES! PERSONALIDADE JURÍDICA sob reg. Nº 12 5893, Cartório do 1º registro de títulos e documentos, em Fortaleza.

3/21/2008

OS MILITARES

MILITAR BRASIL WWW.MILITARBRASIL.BLOGSPOT.COM UMA PÁGINA DO LEU LEUTRAIX DE ASSUNTOS MILITARES,PARCEIRO DO BLOG DO LEU LEUTRAIX WWW.LEULEUTRAIX.BLOGSPOT.COM
Há anos venho acompanhando as notícias sobre o desmantelamento das Forças Armadas e sobre a relutância dos governos de FHC e de Lula em reajustar dignamente os salários dos militares.
O cidadão ingênuo até pensaria que os sucessivos cortes no orçamento do Ministério da Defesa e a insistência em negar os reajustes salariais à categoria poderiam, mesmo, decorrer de uma contenção de gastos, dessas que as pessoas honestas costumam fazer para manter em equilíbrio o binômio receita/despesa, sem comprometer a dignidade de sua existência.
Mas depois de tanto acompanhar o noticiário nacional, certamente já ficou fácil perceber que não é esse o motivo que leva o governo a esmagar a única instituição do país que se pauta pela ampla, total e irrestrita seriedade de seus integrantes e que, por isso mesmo, goza do respaldo popular, figurando sempre entre as duas ou três primeiras colocadas nas pesquisas sobre credibilidade.
A alegação de falta de dinheiro é de todo improcedente ante os milhões (ou bilhões?) de reais que se desviaram dos cofres públicos para os ralos da corrupção política e financeira, agora plenamente demonstrada pelas CPMIs em andamento no Congresso Nacional.
O reajuste salarial concedido à Polícia Militar do Distrito Federal, fazendo surgir discrepâncias inadmissíveis entre a PM e as Forças Armadas para os mesmos postos, quando o dinheiro provém da mesma fonte pagadora - a União -, criar uma situação constrangedora para os que integram uma carreira que sempre teve entre suas funções justamente a de orientar todas as Polícias Militares do país, consideradas forças auxiliares e reserva do Exército (art. 144, § 6º da Constituição Federal).
Mas agora a charada ficou completamente desvendada. E se você, leitor, quer mesmo saber por que raios o governo vem massacrando as Forças Armadas e os militares, a ponto de o presidente da República sequer receber seus Comandantes para juntos discutirem a questão, eu lhe digo sem rodeios: é por pura inveja e por medo da comparação que, certamente, o povo já começa a fazer entre os governos militares e os que os sucederam. Eis algumas das razões dessa inveja e desse medo:

1) Porque esses políticos (assim como os 'formadores de opinião'), que falam tão mal dos militares, sabem que estes passam a vida inteira estudando o Brasil - suas necessidades, os óbices a serem superados e as soluções para os seus problemas - e, com isso, acompanham perfeitamente o que se passa no país, podendo detectar a verdadeira origem de suas mazelas e também as suas reais potencialidades. Já os políticos profissionais - salvo exceções cada vez mais raras - passam a vida tentando descobrir uma nova fórmula de enganar o eleitor e, quando eleitos, não têm a menor idéia de por onde começar a trabalhar pelo país porque desconhecem por completo suas características, malgrado costumem, desde a candidatura, deitar falação sobre elas como forma de impressionar o público. Sem falar nos mais desonestos, que, além de não saberem nada sobre a terra que pretendem governar ou para ela legislar, ainda não têm o menor desejo de aprender o assunto.. Sua única preocupação é ficar rico o mais rápido possível e gastar vultosas somas de dinheiro (público, é claro) em demonstrações de luxo e ostentação.

2) Porque eles sabem que durante a 'ditadura' militar havia projetos para o país, todos eles de longo prazo e em proveito da sociedade como um todo, e não para que os governantes de então fossem aplaudidos em comícios (que,aliás, jamais fizeram) ou ganhassem vantagens indevidas no futuro.

3) Porque eles sabem que os militares, por força da profissão, passam, em média, dois anos em cada região do Brasil, tendo a oportunidade de conhecer profundamente os aspectos peculiares a cada uma delas, dedicando-se a elaborar projetos para o seu desenvolvimento e para a solução dos problemas existentes. Projetos esses, diga-se de passagem, que os políticos, é lógico, não têm o mínimo interesse em conhecer e implementar.

4) Porque eles sabem que dados estatísticos são uma das ciências militares e, portanto, encarados com seriedade pelas Forças Armadas e não como meio de manipulação para, em manobra tipicamente orwelliana, justificar o injustificável em termos de economia, educação, saúde, segurança, emprego, índice de pobreza, etc.

5) Porque eles sabem que os militares tratam a coisa pública com parcimônia, evitando gastos inúteis e conservando ao máximo o material de trabalho que lhes é destinado, além de não admitirem a negligência ou a malícia no trabalho, mesmo entre seus pares. E esses políticos por certo não suportariam ter os militares como espelho a refletir o seu próprio desperdício e a sua própria incompetência.

6) Porque eles sabem que os militares, ao se dirigirem ao povo, utilizam um tom direto e objetivo, falando com honestidade, sem emprego de palavras difíceis ou de conceitos abstratos para enganá-lo.

7) Porque eles sabem que os militares trabalham duro o tempo todo, embora seu trabalho seja excessivo, perigoso e muitas vezes insalubre, mesmo sabendo que não farão jus a nenhum pagamento adicional, que, de resto,jamais lhes passou pela cabeça pleitear.

Porque eles sabem que para os militares tanto faz morar no Rio de Janeiro ou em Picos, em São Paulo ou em Nioaque, em Fortaleza ou em Tabatinga porque seu amor ao Brasil está acima de seus anseios pessoais.

9) Porque eles sabem que os militares levam uma vida austera e cultivam valores completamente apartados dos prazeres contidos nas grandes grifes, nas mansões de luxo ou nas contas bancárias no exterior, pois têm consciência de que é mais importante viver dignamente com o próprio salário do que nababescamente com o dinheiro público.

10) Porque eles sabem que os militares têm companheiros de farda em todos os cantos do país, aos quais juraram lealdade eterna, razão por que não admitem que deslize algum lhes retire o respeito mútuo e os envergonhe.

11) Porque eles sabem que, por necessidade inerente à profissão, a atuação dos militares se baseia na confiança mútua, vez que são treinados para a guerra, onde ordens emanadas ou cumpridas de forma equivocada podem significar a perda de suas vidas e as de seus companheiros, além da derrota na batalha.

12) Porque eles sabem que, sofrendo constantes transferências, os militares aprendem, desde sempre, que sua família é composta da sua própria e da de seus colegas de farda no local em que estiverem, e que é com esse convívio que também aprendem a amar o povo brasileiro e não apenas os parentes ou aqueles que possam lhes oferecer, em troca, algum tipo de vantagem.

13) Porque eles sabem que os militares jamais poderão entrar na carreira pela 'janela' ou se tornar capitães, coronéis ou generais por algum tipo de apadrinhamento, repudiando fortemente outro critério de ingresso e de ascensão profissional que não seja baseado no mérito e no elevado grau de responsabilidade, enquanto que os maus políticos praticam o nepotismo, o assistencialismo, além de votarem medidas meramente populistas para manterem o povo sob o seu domínio.

14) Porque eles sabem que os militares desenvolvem, ao longo da carreira, um enorme sentimento de verdadeira solidariedade, ajudando-se uns aos outros a suportar as agruras de locais desconhecidos - e muitas vezes inóspitos -,além das saudades dos familiares de sangue, dos amigos de infância e de sua cidade natal.

15) Porque eles sabem que os militares são os únicos a pautar-se pela grandeza do patriotismo e a cultuar, com sinceridade, os símbolos nacionais notadamente a nossa bandeira e o nosso hino, jamais imaginando acrescentar-lhes cores ideológico-partidárias ou adulterar-lhes a forma o conteúdo.

16) Porque eles sabem que os militares têm orgulho dos heróis nacionais que,com a própria vida, mantiveram íntegra e respeitada a terra brasileira e que esses heróis não foram fabricados a partir de interesses ideológicos, já que, não dependendo de votos de quem quer que seja, nunca precisaram os militares agarrar-se à imagem romântica de um guerrilheiro ou de um traidor revolucionário para fazer dele um símbolo popular e uma bandeira de campanha.

17) Porque eles sabem que para os militares o dinheiro é um meio, e não um fim em si mesmo. E que se há anos sua situação financeira vem se degradando por culpa de governos inescrupulosos que fazem do verbo inútil - e não de atos meritórios - o seu instrumento de convencimento a uma população em grande parte ignorante, eles ainda assim não esmorecem e nem se rendem à corrupção.

1 Porque eles sabem que se alguma corrupção existiu nos governos militares, foi ela pontual e episódica, mas jamais uma estratégia política para a manutenção do poder ou o reflexo de um desvio de caráter a contaminá-lo por inteiro.

19) Porque eles sabem que os militares passam a vida estudando e praticando,no seu dia a dia, conhecimentos ligados não apenas às atividades bélicas, mas também ao planejamento, à administração, à economia o que os coloca em um nível de capacidade e competência muito superior ao dos políticos gananciosos e despreparados que há pelo menos 20 anos nos têm governado.

20) Porque eles sabem que os militares são disciplinados e respeitam a hierarquia, ainda que divirjam de seus chefes, pois entendem que eles são responsáveis e dignos de sua confiança e que não se movem por motivos torpes ou por razões mesquinhas.

21) Porque eles sabem que os militares não se deixaram abater pelo massacre constante de acusações contra as Forças Armadas, que fizeram com que uma parcela da sociedade (principalmente a parcela menos esclarecida) acreditasse que eles eram pessoas más, truculentas, que não prezam a democracia, e que por dá cá aquela palha estão sempre dispostos a perseguir e a torturar os cidadãos de bem, quando na verdade apenas cumpriram o seu dever, atendendo ao apelo popular para impedir a transformação do Brasil em uma ditadura comunista como Cuba ou a antiga União Soviética, perigo esse que já volta a rondar o país.

22) Porque eles sabem que os militares cassaram muitos dos que hoje estão envolvidos não apenas em maracutaias escabrosas como também em um golpe de Estado espertamente camuflado de 'democracia' (o que vem enfim revelar e legitimar, definitivamente, o motivo de suas cassações), não interessando ao governo que a sociedade perceba a verdadeira índole desses guerrilheiros-políticos aproveitadores, que não têm o menor respeito pelo povo brasileiro. Eles sabem que a comparação entre estes últimos e os governantes militares iria revelar ao povo a enorme diferença entre quem trabalha pelo país e quem trabalha para si próprio.

23) Porque eles sabem que os militares não se dobraram à mesquinha ação da distorção de fatos que há mais de vinte anos os maus brasileiros impuseram à sociedade, com a clara intenção de inculcar-lhe a idéia de que os guerrilheiros de ontem (hoje corruptos e ladrões do dinheiro público) lutavam pela 'democracia', quando agora já está mais do que evidente que o desejo por eles perseguido há anos sempre foi - e continua sendo - o de implantar no país um regime totalitário, uma ditadura mil vezes pior do que aquelas que eles afirmam ter combatido.

24) Porque eles sabem que os militares em nada mudaram sua rotina profissional, apesar do sistemático desprezo com que a esquerda sempre enxergou a inegável competência dos governos da 'ditadura', graças aos quais o país se desenvolveu a taxas nunca mais praticadas, promovendo a melhoria da infra-estrutura, a segurança, o pleno emprego, fazendo, enfim,com que o país se destacasse como uma das mais potentes economias do mundo, mas que ultimamente vem decaindo a olhos vistos.

25) Porque eles sabem que os militares se mantêm honrados ao longo de toda a sua trajetória profissional, enquanto agora nos deparamos com a descoberta da verdadeira face de muitos dos que se queixavam de terem sido cassados e torturados, mas que aí estão, mostrando o seu caráter abjeto e seus pendores nada democráticos.

26) Porque eles sabem que os militares representam o que há de melhor em termos de conduta profissional, sendo de se destacar a discrição mantida mesmo frente aos atuais escândalos, o que comprova que, longe de terem tendências para golpes, só interferem - como em 1964 - quando o povo assim o exige.

27) Porque eles sabem que os militares, com seus conhecimentos e dedicação ao Brasil, assim como Forças Armadas bem equipadas e treinadas, são um estorvo para quem deseja implantar um regime totalitarista entre nós, para tanto se valendo de laços ilegítimos com ditaduras comunistas como as de Cuba e de outros países, cujos povos vêem sua identidade nacional se perder de forma praticamente irrevogável, seu poder aquisitivo reduzir-se aos mais baixos patamares e sua liberdade ser impiedosamente comprometida.

2 Porque eles sabem que os militares conhecem perfeitamente as causas de nossos problemas e não as colocam no FMI, nos EUA ou em qualquer outro lugar fora daqui, mas na incompetência, no proselitismo e na desonestidade de nossos governantes e políticos profissionais.

29) Porque sabendo que ninguém pode enganar todo mundo o tempo todo,o governo temia que esses escândalos, passíveis de aflorar a qualquer momento pudessem provocar o chamamento popular da única instituição capaz de colocar o país nos eixos e fazer com que ele retomasse o caminho da competência, da segurança e do desenvolvimento.

30) Porque eles sabem, enfim, que todo o mal que se atribui aos militares e às Forças Armadas - por maiores que sejam seus defeitos e limitações – não tem respaldo na Verdade histórica que um dia há de aflorar.

Juíza Dra. Marli Nogueira, Juíza do Trabalho em Brasília
AUTOR:CARDOSO LIRA